Depois de muito chopp, muita batata frita (gordura e prazer –rs) e um quente final de semana, num lindo domingo de dia dos pais, tiramos as bonitas do hotel e pegamos a estrada!!!
No início a Anhanguera e depois a ótima Bandeirantes (a terceira faixa faz toda a diferença!), num dia claro, de sol, mas com muito, muito vento, o que dificulta sobremaneira a pilotagem. Cansa pois temos que ficar praticamente agarrados na moto (eu, pelo menos!). Desenvolvemos a viagem entre 100-110km, o que é a minha faixa preferida e raramente 120km/h.
Canaviais, laranjais, florestas de reflorestamento de eucalipto e tudo muito plano (uma planura só – kkkk). A paisagem do interior é linda, permite a contemplação e a interiorização. Na moto, o chão tão próximo, o cheiro entrando pelo nariz sem pedir licença, o ar quente que vai ficando frio à medida que chegamos à São Paulo.
No Rodoanel, cheguei a sentir frio mesmo!! Tantos climas, tantas paisagens no mesmo país, ou melhor no mesmo estado. Um Brasilzão de meu Deus que não acaba mais!! Lindo de curtir em paz e com responsabilidade!!!
Agora vamos preparar as mala para Bauru em setembro!!! Até lá!
Alessandra
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Rumo ao Sol
Olá pessoal, como vai?
Último final de semana aproveitamos um evento para fazer um Bate-e-Fica em Ribeirão Preto, pouco mais de 300Km de S. Paulo.
É muito tranquilo planejar uma viagem de moto quando o destino se encontra no interior do estado de São Paulo. Temos grandes estradas, na maioria dos casos em perfeito estado de manutenção, e servidas por uma rede de postos de gasolina e de serviços bem distribuída ao longo dos kilometros.
Escolhi para o caminho de ida a Anhanguera (SP-330), que vai direto até Ribeirão (e segue Minas Gerais afora), assim como preferi reservar um hotel bem próximo à mesma estrada, para facilitar sua localização e a chegada até ele.
A escolha do hotel pode parecer um detalhe insignificante, mas experimente ficar à "deriva" procurando o seu hotel, super bem localizado no centro da cidade, mas distante da estrada, cruzando ruas repletas de carros, com um solzão no capacete, malas, etc? Já tive esta experiencia em um passeio junto com o grupo do HOG, indo para Araraquara, onde o grupo errou a rua, e teve que andar o bocado até chegar no hotel. Prefiro simplificar esta etapa, e se necessário, usar um táxi para ir até onde for necessários, com as motocas seguras no estacionamento do hotel.
Falando da estrada, a Anhanguera está excelente, e conseguimos manter um ritmo bem interessante, principalmente após passarmos por Campinas e Limeira. Entre estas duas cidades, o fluxo é bem urbano, com muitos carros e caminhões transitando entre uma cidade e a outra. Nada que um pouco de atenção, paciencia e cuidado não resolvam.
Depois de Limeira, é só asfalto bem cuidado, poucos carros, e os tradicionais caminhões de cana indo de um lado para o outro...
E aqui vai um alerta: Caminhões de Cana, cuidado com eles... são grandes, correm muito quando estão vazios, e fazem uma porcaria na estrada quando estão cheios. Na ida pegamos eles vazios, e na volta, muitos deles estavam levando sua carga da região de Ribeirão para outro lugar, deixando não somente palha de cana pela estrada, mas também em várias situações tivemos que desviar da própria cana espalhada pelo chão. Fiquei bem apreensivo com isto, pois nunca se sabe o que pode acontecer ao passar por sobre eles... mas passamos bem por todas as ocorrências.
Outro ponto que deve ser levado em conta é o vento... ô região que venta!!! No caminho de ida até que não foi tão forte, mas na volta, especialmente por estarmos sem as bolhas (moto nova, pouco dindin... está na lista do Papai-Noel), manter velocidades de 120Km/h se mostrou muito cansativo, e por vezes até perigoso. Resolvi então impor um ritmo um pouco mais leve, pois no final das contas, chegar rápido é o que menos importa, o que eu foco é a Experiência.
Preferi na volta fazer outro caminho, indo de Anhanguera até perto de Campinas, e depois pegando a Bandeirantes até o Rodoanel. Ambas estão em excelentes condições, mas que diferença faz uma faixa de rolagem a mais para o transito fluir mais tranquilamente. Quem puder, opte pela Bandeirantes sempre que possível, pois a diferença é significativa.
Uma outra grande vantagem dessas duas estradas, comparadas com as que vão para o Sul ou para o Rio, é o fato de motocicletas não pagarem pedágio. Já viu quanto custa ir de Sampa para Ribeirão de carro? A única coisa que é ridícula é a faixa que reservam para a motocicleta passar na praça do pedágio... tem que fazer prova de contorcionismo para passar com moto grande e pesada. Não tem forma melhor de garantir que os carros não vão passar por alí? Parece algum tipo de castigo:Ah, quer passar de graça? Então vai ter que se contorcer aí no zigue-zague... OK, fazemos isto! Mas não precisava, né?
No fim, fica a dica deste excelente passeio para um final de semana, cuja viagem dura cerca de 4 horas em cada direção (mais ou menos dependendo do ritmo nas estradas e do tempo nas paradas). Estrada excelente, distância apropriada, chopp mais que gelado! Curta sem moderação! Ah, dê o exemplo, vá de táxi beber o seu chopp!
Até mais,
Maurício
Último final de semana aproveitamos um evento para fazer um Bate-e-Fica em Ribeirão Preto, pouco mais de 300Km de S. Paulo.
É muito tranquilo planejar uma viagem de moto quando o destino se encontra no interior do estado de São Paulo. Temos grandes estradas, na maioria dos casos em perfeito estado de manutenção, e servidas por uma rede de postos de gasolina e de serviços bem distribuída ao longo dos kilometros.
Escolhi para o caminho de ida a Anhanguera (SP-330), que vai direto até Ribeirão (e segue Minas Gerais afora), assim como preferi reservar um hotel bem próximo à mesma estrada, para facilitar sua localização e a chegada até ele.
A escolha do hotel pode parecer um detalhe insignificante, mas experimente ficar à "deriva" procurando o seu hotel, super bem localizado no centro da cidade, mas distante da estrada, cruzando ruas repletas de carros, com um solzão no capacete, malas, etc? Já tive esta experiencia em um passeio junto com o grupo do HOG, indo para Araraquara, onde o grupo errou a rua, e teve que andar o bocado até chegar no hotel. Prefiro simplificar esta etapa, e se necessário, usar um táxi para ir até onde for necessários, com as motocas seguras no estacionamento do hotel.
Falando da estrada, a Anhanguera está excelente, e conseguimos manter um ritmo bem interessante, principalmente após passarmos por Campinas e Limeira. Entre estas duas cidades, o fluxo é bem urbano, com muitos carros e caminhões transitando entre uma cidade e a outra. Nada que um pouco de atenção, paciencia e cuidado não resolvam.
Depois de Limeira, é só asfalto bem cuidado, poucos carros, e os tradicionais caminhões de cana indo de um lado para o outro...
E aqui vai um alerta: Caminhões de Cana, cuidado com eles... são grandes, correm muito quando estão vazios, e fazem uma porcaria na estrada quando estão cheios. Na ida pegamos eles vazios, e na volta, muitos deles estavam levando sua carga da região de Ribeirão para outro lugar, deixando não somente palha de cana pela estrada, mas também em várias situações tivemos que desviar da própria cana espalhada pelo chão. Fiquei bem apreensivo com isto, pois nunca se sabe o que pode acontecer ao passar por sobre eles... mas passamos bem por todas as ocorrências.
Outro ponto que deve ser levado em conta é o vento... ô região que venta!!! No caminho de ida até que não foi tão forte, mas na volta, especialmente por estarmos sem as bolhas (moto nova, pouco dindin... está na lista do Papai-Noel), manter velocidades de 120Km/h se mostrou muito cansativo, e por vezes até perigoso. Resolvi então impor um ritmo um pouco mais leve, pois no final das contas, chegar rápido é o que menos importa, o que eu foco é a Experiência.
Preferi na volta fazer outro caminho, indo de Anhanguera até perto de Campinas, e depois pegando a Bandeirantes até o Rodoanel. Ambas estão em excelentes condições, mas que diferença faz uma faixa de rolagem a mais para o transito fluir mais tranquilamente. Quem puder, opte pela Bandeirantes sempre que possível, pois a diferença é significativa.
Uma outra grande vantagem dessas duas estradas, comparadas com as que vão para o Sul ou para o Rio, é o fato de motocicletas não pagarem pedágio. Já viu quanto custa ir de Sampa para Ribeirão de carro? A única coisa que é ridícula é a faixa que reservam para a motocicleta passar na praça do pedágio... tem que fazer prova de contorcionismo para passar com moto grande e pesada. Não tem forma melhor de garantir que os carros não vão passar por alí? Parece algum tipo de castigo:Ah, quer passar de graça? Então vai ter que se contorcer aí no zigue-zague... OK, fazemos isto! Mas não precisava, né?
No fim, fica a dica deste excelente passeio para um final de semana, cuja viagem dura cerca de 4 horas em cada direção (mais ou menos dependendo do ritmo nas estradas e do tempo nas paradas). Estrada excelente, distância apropriada, chopp mais que gelado! Curta sem moderação! Ah, dê o exemplo, vá de táxi beber o seu chopp!
Até mais,
Maurício
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Ribeirão na motoca - parte 1: a ida
Depois de um longo e tenebroso inverno sem placa nas motos (o que só nos permitia passeios pequenos), finalmente as placas chegaram na Harley – o gordo (FAT) e a fada (FAD)!! Medinho de ir até a Av Bandeirantes emplacar a moto, mas quem queria ir até Ribeirão tinha que passar por isso.
A Marginal não é fácil, ainda mais numa sexta-feira e a Bandeiranrtes menos ainda, mas lá fomos nós.
Um resto de trânsito da manhã (andei no corredor!!!!! Que emoção!!!) e chegamos sem intercorrências na revenda. Aqui, um parênteses: andar no corredor é uma delícia quando o trânsito está parado!! É tranquilo, não fossem os motoboys empurrando a gente e gritando no nosso ouvido, sem se importar com o fato de nossa moto ser enorme e mal caber no espaço!!! É a única coisa desagradável!
A saída até a Castello foi tranquila e depois só alegria!!! O feio e árido Rodoanel e a Anhanguera!!! Uma delícia de estrada. Seu único defeito é ter duas pistas somente e em alguns momentos ela fica muito urbana. Mas é uma boa pista, com ótimas curvas de alta. Perfeito para acostumarmos com as bonitas.
Até Jundiaí o dia estava meia boca e friozinho. Mas depois.... Só solzão!! Um calorzinho gostoso e uma viagem super tranquila, até o km 239, quando pegamos um acidente que fechou todas as faixas da estrada!!! Aí o calor ficou insuportável!!! Tentamos ir pelo corredor, mas tinha muito caminhão e estava apertado demais. Daí fomos pelo acostamento até o local do acidente onde tinha um desvio de uns 50m pela terra! TERRRRRAAA!!! De Harley?!? Quase morri de susto, mas foi tudo tão rápido e tranquilo que nem deu tempo de lembrar que detesto terra!!
Logo depois chegamos à bela e quente Ribeirão, ainda de dia e achamos facilmente o Hotel que era perto da estrada!!!
E finalmente..... PINGUIM!!!! De táxi, claro!!!
Um abraço
Alessandra
A Marginal não é fácil, ainda mais numa sexta-feira e a Bandeiranrtes menos ainda, mas lá fomos nós.
Um resto de trânsito da manhã (andei no corredor!!!!! Que emoção!!!) e chegamos sem intercorrências na revenda. Aqui, um parênteses: andar no corredor é uma delícia quando o trânsito está parado!! É tranquilo, não fossem os motoboys empurrando a gente e gritando no nosso ouvido, sem se importar com o fato de nossa moto ser enorme e mal caber no espaço!!! É a única coisa desagradável!
A saída até a Castello foi tranquila e depois só alegria!!! O feio e árido Rodoanel e a Anhanguera!!! Uma delícia de estrada. Seu único defeito é ter duas pistas somente e em alguns momentos ela fica muito urbana. Mas é uma boa pista, com ótimas curvas de alta. Perfeito para acostumarmos com as bonitas.
Até Jundiaí o dia estava meia boca e friozinho. Mas depois.... Só solzão!! Um calorzinho gostoso e uma viagem super tranquila, até o km 239, quando pegamos um acidente que fechou todas as faixas da estrada!!! Aí o calor ficou insuportável!!! Tentamos ir pelo corredor, mas tinha muito caminhão e estava apertado demais. Daí fomos pelo acostamento até o local do acidente onde tinha um desvio de uns 50m pela terra! TERRRRRAAA!!! De Harley?!? Quase morri de susto, mas foi tudo tão rápido e tranquilo que nem deu tempo de lembrar que detesto terra!!
Logo depois chegamos à bela e quente Ribeirão, ainda de dia e achamos facilmente o Hotel que era perto da estrada!!!
E finalmente..... PINGUIM!!!! De táxi, claro!!!
Um abraço
Alessandra
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