Depois de vários passeios (solo, ou com o grupo do HOG) do tipo Bate-e-Volta, decidimos que já era hora de fazermos um passeio mais elaborado, do tipo Bate-e-Fica. E começamos logo com um passeio de uma semana.
Experiência em montagem de passeios deste tipo? Bom, já lí muito a respeito, principalmente pesquisando em sites de motos, além de ter estruturado algumas viagens de carro, avião, etc. Ou seja, nada que não pudesse ser feito com um bom nível de qualidade, e acima de tudo, segurança.
Comprei uma mala para prender no Sissy-bar de minha Harley, mas não chegou a tempo da viagem. Na verdade, já se foram uns 6 meses que comprei a tal da mala, a loja já enviou uma segunda, e esta outra também ainda não chegou. Mas isto é assunto para outro post.
Sem a tal mala, tive que improvisar duas mochilas do tipo back-pack, amarradas no sissy-bar. Talvez não tenha ficado a coisa mais linda do planeta, mas funcionou perfeitamente e consegui levar tudo que eu necessitava para a viagem. Para a moto da Alessandra, compramos um Bauleto Givi bem legal. Como todos os acessórios das motos, fui eu mesmo que instalei. Prefiro assim. Melhor apanhar um pouco, ter que comprar algumas ferramentas (nada do que se tem serve... na Harley então, todos os parafusos são do tipo Torque... mas uma vez tendo a ferramenta, tudo é muito simples e prático, além de gerar uma boa economia de dinheiro).
Bagagem arrumada, motos abastecidas, pegamos a estrada, muita emoção para a primeira de muitas viagens.
Não é simples estruturar um passeio desses sem experiência prévia dos locais, estradas, e usando somente um mapa, um guia de cidades, e da internet.
Queria montar um roteiro que tivesse trechos suficientemente longos que permitissem uma boa experiência de pilotagem, sem ser longo demais, e que se possível fizesse um circuito não repetitivo, ou seja, não fossemos e voltássemos pela mesma estrada. Difícil olhar para uma estrada amarela (secundária) em um mapa e saber se é ou não uma boa opção.
Desta forma, tive que limitar o percurso às principais estradas paulistas, como a Bandeirantes, Anhanguera, Dom Predo I, Fernão Dias, Airton Senna, e incluir um pouco das estradas secundárias que levariam às estâncias que ficaríamos ou que passaríamos.
Outra estratégia que usei para este primeiro "pacote" foi o de irmos aumentando gradativamente o tamanho de cada deslocamento, para pegarmos experiência de forma gradativa, sem exigir demais de nós nem do equipamento. O equipamento eu sabia que aguentaria, mas não queria que a experiência inicial ficasse comprometida pelo excesso de quilometragem. Afinal, mudar uma primeira má experiência é muito difícil.
Nos próximos posts vou comentar como foi cada trecho da viagem.
Até lá,
Maurício
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